dwjid

jdo wdiwuaid qiduqwid wdqidu qwiuq upqiju pw poupowu po qe iqweiqwe qwieqwioe qwkjhdaskjhda sah djhas udh qwhd qwih iqwh i hqwioeh qwioe qwiej iw i ije qwioue ioqweiqu eiqwu eiqwu eioq iqe uqioe uwqioeu iqwoue qwiou eqwieu iqwu iou qwio

Cavaco Silva inaugurou nova refinaria em Sines

20130406170225Cavaco Silva desafia os empresários portugueses a investirem no país como a GALP, que inaugurou uma nova refinaria em Sines, avaliada em 1,4 mil milhões de euros.
“Acabámos de inaugurar o maior projecto industrial alguma vez feito no nosso país: a nova refinaria de Sines, uma das mais avançadas tecnologicamente de toda a Europa”, disse o Presidente da República esta sexta-feira, 5, durante a cerimónia de inauguração da nova refinaria.
“É um sinal de confiança na economia portuguesa e eu espero que este projecto estimule outros empresários a avançarem nas suas decisões de investimento”, acrescentou Cavaco Silva.
O Presidente da República salientou o facto de, com esta nova unidade industrial, “Portugal passar a ser um exportador de gasóleo”.
“Este investimento vai contribuir para a redução dos desequilíbrios que acumulámos ao longo de décadas nas nossas contas externas”, frisou.
Segundo o presidente executivo da GALP, Ferreira de Oliveira, a entrada em funcionamento desta nova unidade industrial não significa que Portugal passe a ter gasóleo mais barato.
“Os preços à saída da refinaria são definidos, não pela GALP Energia, mas pelo equilíbrio da oferta e da procura no mercado internacional”, explicou.
“Se vendêssemos produto à saída da refinaria mais caro do que os preços internacionais, ninguém nos comprava porque importaria. Se vendêssemos mais barato, não tínhamos produto para o mercado nacional porque os traders nos compravam todo o crude. Portanto, temos que vender aos preços internacionais”.
Ferreira de Oliveira reconheceu que a única maneira de fazer baixar os preços dos combustíveis seria através da regulação administrativa, salientando, no entanto, que teria de ser um “preço regulado através dos impostos”.
O investimento da GALP em Sines consistiu na construção de uma nova unidade de hidrocraqueamento de gasóleo pesado para a produção de gasóleo e de jet.
Esta unidade permitirá um aumento da produção de gasóleo através da conversão profunda de fracções mais pesadas das ramas.
Foi ainda construída uma unidade de steam reformer para produção de hidrogénio e uma unidade de recuperação de enxofre dos gases produzidos.
As novas instalações ocupam uma área de 28 hectares no complexo da refinaria de Sines, a principal refinaria de Portugal, com uma capacidade de destilação de cerca de 220 mil barris por dia, ou seja, cerca de 70% da capacidade de refinação nacional.

PIB cai 3,4% no Alentejo durante ano de 2012

e
A riqueza produzida no Alentejo ao longo de 2012 caiu 3,4%, mais 0,2% que a média nacional, revelou esta sexta-feira, 20, o INE – Instituto Nacional de Estatística.
De acordo com o INE, o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal registou em 2012 uma variação negativa de 3,2%, tendo a queda sido superior à média nacional em regiões como a Madeira, Algarve, Centro e o Alentejo.
Os dados do INE revelam que a riqueza produzida no país, no ano passado, diminuiu 7,1 por cento na Madeira, 4% na região Centro, 3,5% no Algarve e 3,4% no Alentejo.
A região Norte destacou-se “por apresentar a evolução menos negativa”, com o PIB a cair 2,6%, abaixo da média nacional.

Programas operacionais regionais não vão terminar no próximo QREN

images
O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional garante que os programas operacionais regionais no próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) não acabam.
“Não há mais margens para especulações. Os programas operacionais regionais não vão acabar. Aliás, o próximo ciclo de fundos comunitários irá, no seu todo, valorizar a dimensão territorial das intervenções e a cooperação estratégica ao nível intermunicipal e das NUT III”, diz Manuel Castro Almeida, citado pelo AGência Lusa.
A “especulação” de que os recursos comunitários iriam ser centralizados pelo Governo terminou, vinca, com uma resolução “importante para todos” tomada no último Conselho de Ministros.
“Confesso que não entendi a especulação, porque não imagino sequer que qualquer Governo tomasse a iniciativa de terminar com a gestão dos fundos comunitários”, frisa.
Castro Almeida revela que se mantêm cinco programas operacionais regionais (Norte, Centro, Lisboa,Alentejo e Algarve) e os programas temáticos passaram de três para quatro: Competitividade e Internacionalização, Inclusão Social e Emprego, Capital Humano e Sustentabilidade e Eficiência de Recursos.
Esta decisão mostra, na sua opinião, a importância das especificidades regionais, pelo que é “fundamental” começar a preparar o processo do próximo quadro de apoio.
O ciclo de financiamento comunitário para 2014-2020 terá, segundo o secretário de Estado, de criar condições para estimular e aprofundar a cooperação intermunicipal.
“A escala nacional é muito pequena para desenvolver o nosso país, a escala municipal não é suficiente, por isso, a estratégia é valorizar a cooperação intermunicipal”, diz.
Castro Almeida garante que é necessário acautelar a execução do actual quadro comunitário de 2007-2013 porque o que fica para o fim é “o mais difícil”.
Com 60% de execução, o governante salienta que é importante garantir a concretização de todo o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), porque é impensável devolver dinheiro a Bruxelas.
O secretário de Estado salienta que em vez de fundamentalismo e experimentalismo, tem de se optar pelo pragmatismo no modelo de gestão dos fundos comunitários.
“Portugal é exemplar no modelo de gestão, tanto que é o único país da União Europeia que não teve suspensão de pagamento”, realça, reconhecendo, no entanto, que a burocracia é excessiva, sendo importante tornar “tudo” mais ágil.