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	<title>Jornal Sudoeste &#187; Economia</title>
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	<description>O novo Jornal de Odemira</description>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2014 13:58:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[jdo wdiwuaid qiduqwid wdqidu qwiuq upqiju pw poupowu po qe iqweiqwe qwieqwioe qwkjhdaskjhda sah djhas udh qwhd qwih iqwh i hqwioeh qwioe qwiej iw i ije qwioue ioqweiqu eiqwu eiqwu eioq iqe uqioe uwqioeu iqwoue qwiou eqwieu iqwu iou qwio]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>jdo wdiwuaid qiduqwid wdqidu qwiuq upqiju pw poupowu po qe iqweiqwe qwieqwioe qwkjhdaskjhda sah djhas udh qwhd qwih iqwh i hqwioeh qwioe qwiej iw i ije qwioue ioqweiqu eiqwu eiqwu eioq iqe uqioe uwqioeu iqwoue qwiou eqwieu iqwu iou qwio</p>
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		<title>Cavaco Silva inaugurou  nova refinaria em Sines</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 08:58:32 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Cavaco Silva desafia os empresários portugueses a investirem no país como a GALP, que inaugurou uma nova refinaria em Sines, avaliada em 1,4 mil milhões de euros. <a href="https://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/?p=111">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/04/20130406170225.jpg"><img class="alignright  wp-image-112" alt="20130406170225" src="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/04/20130406170225.jpg" width="203" height="113" /></a>Cavaco Silva desafia os empresários portugueses a investirem no país como a GALP, que inaugurou uma nova refinaria em Sines, avaliada em 1,4 mil milhões de euros.<br />
&#8220;Acabámos de inaugurar o maior projecto industrial alguma vez feito no nosso país: a nova refinaria de Sines, uma das mais avançadas tecnologicamente de toda a Europa&#8221;, disse o Presidente da República esta sexta-feira, 5, durante a cerimónia de inauguração da nova refinaria.<br />
&#8220;É um sinal de confiança na economia portuguesa e eu espero que este projecto estimule outros empresários a avançarem nas suas decisões de investimento&#8221;, acrescentou Cavaco Silva.<br />
O Presidente da República salientou o facto de, com esta nova unidade industrial, &#8220;Portugal passar a ser um exportador de gasóleo&#8221;.<br />
&#8220;Este investimento vai contribuir para a redução dos desequilíbrios que acumulámos ao longo de décadas nas nossas contas externas&#8221;, frisou.<br />
Segundo o presidente executivo da GALP, Ferreira de Oliveira, a entrada em funcionamento desta nova unidade industrial não significa que Portugal passe a ter gasóleo mais barato.<br />
&#8220;Os preços à saída da refinaria são definidos, não pela GALP Energia, mas pelo equilíbrio da oferta e da procura no mercado internacional&#8221;, explicou.<br />
&#8220;Se vendêssemos produto à saída da refinaria mais caro do que os preços internacionais, ninguém nos comprava porque importaria. Se vendêssemos mais barato, não tínhamos produto para o mercado nacional porque os <i>traders</i> nos compravam todo o crude. Portanto, temos que vender aos preços internacionais&#8221;.<br />
Ferreira de Oliveira reconheceu que a única maneira de fazer baixar os preços dos combustíveis seria através da regulação administrativa, salientando, no entanto, que teria de ser um &#8220;preço regulado através dos impostos&#8221;.<br />
O investimento da GALP em Sines consistiu na construção de uma nova unidade de hidrocraqueamento de gasóleo pesado para a produção de gasóleo e de jet.<br />
Esta unidade permitirá um aumento da produção de gasóleo através da conversão profunda de fracções mais pesadas das ramas.<br />
Foi ainda construída uma unidade de <i>steam reformer</i> para produção de hidrogénio e uma unidade de recuperação de enxofre dos gases produzidos.<br />
As novas instalações ocupam uma área de 28 hectares no complexo da refinaria de Sines, a principal refinaria de Portugal, com uma capacidade de destilação de cerca de 220 mil barris por dia, ou seja, cerca de 70% da capacidade de refinação nacional.</p>
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		<title>PIB cai 3,4% no Alentejo durante ano de 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 08:54:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A riqueza produzida no Alentejo ao longo de 2012 caiu 3,4%, mais 0,2% que a média nacional, revelou esta sexta-feira, 20, o INE – Instituto Nacional de Estatística. <a href="https://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/?p=109">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/03/e.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-68" alt="e" src="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/03/e.jpg" width="250" height="140" /></a><br />
A riqueza produzida no Alentejo ao longo de 2012 caiu 3,4%, mais 0,2% que a média nacional, revelou esta sexta-feira, 20, o INE – Instituto Nacional de Estatística.<br />
De acordo com o INE, o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal registou em 2012 uma variação negativa de 3,2%, tendo a queda sido superior à média nacional em regiões como a Madeira, Algarve, Centro e o Alentejo.<br />
Os dados do INE revelam que a riqueza produzida no país, no ano passado, diminuiu 7,1 por cento na Madeira, 4% na região Centro, 3,5% no Algarve e 3,4% no Alentejo.<br />
A região Norte destacou-se “por apresentar a evolução menos negativa”, com o PIB a cair 2,6%, abaixo da média nacional.</p>
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		<title>Programas operacionais regionais não vão terminar no próximo QREN</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 08:50:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional garante que os programas operacionais regionais no próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) não acabam. <a href="https://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/?p=105">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/04/images1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-106" alt="images" src="http://goncalo.jornalsudoeste.com/wp/wp-content/uploads/2014/04/images1.jpg" width="240" height="140" /></a><br />
O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional garante que os programas operacionais regionais no próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) não acabam.<br />
&#8220;Não há mais margens para especulações. Os programas operacionais regionais não vão acabar. Aliás, o próximo ciclo de fundos comunitários irá, no seu todo, valorizar a dimensão territorial das intervenções e a cooperação estratégica ao nível intermunicipal e das NUT III&#8221;, diz Manuel Castro Almeida, citado pelo AGência Lusa.<br />
A &#8220;especulação&#8221; de que os recursos comunitários iriam ser centralizados pelo Governo terminou, vinca, com uma resolução &#8220;importante para todos&#8221; tomada no último Conselho de Ministros.<br />
&#8220;Confesso que não entendi a especulação, porque não imagino sequer que qualquer Governo tomasse a iniciativa de terminar com a gestão dos fundos comunitários&#8221;, frisa.<br />
Castro Almeida revela que se mantêm cinco programas operacionais regionais (Norte, Centro, Lisboa,Alentejo e Algarve) e os programas temáticos passaram de três para quatro: Competitividade e Internacionalização, Inclusão Social e Emprego, Capital Humano e Sustentabilidade e Eficiência de Recursos.<br />
Esta decisão mostra, na sua opinião, a importância das especificidades regionais, pelo que é &#8220;fundamental&#8221; começar a preparar o processo do próximo quadro de apoio.<br />
O ciclo de financiamento comunitário para 2014-2020 terá, segundo o secretário de Estado, de criar condições para estimular e aprofundar a cooperação intermunicipal.<br />
&#8220;A escala nacional é muito pequena para desenvolver o nosso país, a escala municipal não é suficiente, por isso, a estratégia é valorizar a cooperação intermunicipal&#8221;, diz.<br />
Castro Almeida garante que é necessário acautelar a execução do actual quadro comunitário de 2007-2013 porque o que fica para o fim é &#8220;o mais difícil&#8221;.<br />
Com 60% de execução, o governante salienta que é importante garantir a concretização de todo o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), porque é impensável devolver dinheiro a Bruxelas.<br />
O secretário de Estado salienta que em vez de fundamentalismo e experimentalismo, tem de se optar pelo pragmatismo no modelo de gestão dos fundos comunitários.<br />
&#8220;Portugal é exemplar no modelo de gestão, tanto que é o único país da União Europeia que não teve suspensão de pagamento&#8221;, realça, reconhecendo, no entanto, que a burocracia é excessiva, sendo importante tornar &#8220;tudo&#8221; mais ágil.</p>
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